O menino tímido da escola me comeu com vontade

Uma coisa que sempre foi bem visível na minha adolescência, era o desejo que alguns meninos tinham por mim. Aos 17 anos eu já havia dado para uns 6 meninos diferentes, desde o menino que havia me iniciado quando tinha 13 anos. Eu era um menino bem atraente, baixinho, com bumbum grandinho, quadril grande, boquinha pequeninha de menina, porém com lábios grandes e bochechas rechonchudas. Além disso eu tinha voz mais fininha e meiga, não se parecia nada com voz de menino. Cabelos loirinhos e longos, ondulados nas pontas e até a metade das costas, rostinho de menina, corpo com poucos pelos e nada de barba, e olhinhos claros. Além de ter um pouquinho de peitinhos, e de ter um jeitinho de menina irresistível, o que deixava muitos meninos com tesão. O que causava essa minha aparência feminina, era todos os problemas hormonais que eu tinha. Eu atraia muitos olhares e desejos de meninos da minha escola e do meu bairro, e eu sabia disso, eles queriam ver seus pauzões atolados na minha bundinha, ou verem eu de joelhos engolindo as rolas deles. Na escola rondava o boato de que eu me vestia de menina, e que já havia dado a um menino da escola, mas ninguém havia confirmado nada, pois eu me vestia como um menino normal. Dos meninos que tinham desejos em mim, um era bem quieto e tímido, era alto, negro, encorpado, tinha um rosto bonito… Enfim, ele era lindo, era o tipo de menino que me matava de tesão, porém eu e ele não nos falávamos, só dávamos oi, ou lançávamos olhares um para o outro, nunca conversávamos. Até que em um dia de verão, resolvi ir atrás de um filhote de labrador, pois queria muito um cachorro, e que fosse um cachorro grande, afinal adorava coisas grandes (Rsrsrs). Este menino tinha um labrador, e certo dia na escola veio me oferecer:

-Você queria um labrador né? –Ele me perguntou. –Meus cachorros deram cria, se você quiser um filhote, pode passar lá em casa essa tarde.

E assim eu fiz, na tarde combinada, fui na casa dele. Apesar da minha vontade de dar a ele ser muito grande, não previa a malícia que ele tinha. Ao chegar à casa dele, fui recebido por ele, ele estava sem camisa, e só de short, daqueles de jogar futebol. Ele me levou para dentro, me mostrou o filhotinho, e me disse:

-Ele é todo seu, mas tem uma condição pra você ganhar ele.

-E qual é? –Eu perguntei a ele.

Ele então me indicou com o dedo para dentro da casa dele, me levou para seu quarto, entrou depois de mim e trancou a porta. Nesse olhar dele, notei as intenções dele comigo, fiquei próximo a escrivaninha que havia no quarto, ponto estratégico para ele, caso ele viesse me agarrar, eu não tinha para onde escapar.

-Qual a condição para eu ganhar meu labrador? –Eu perguntei.

-Você vai ter que ser minha menina. –Ele disse se aproximando de mim. -Como você sabe tem vários meninos que tem tesão em ti, e eu sou um deles. Só quero que você seja minha menina durante essa tarde e faça tudo que eu mandar.

Eu me virei de costas para ele, sem falar nada, como naquela história do: Quem cala, consente. Ele veio por trás e se encaixou em mim, me encoxando, fazendo eu sentir seu membro na minha bundinha. Ele falava no meu ouvidinho:

-Vai Laurinha, dá essa bundinha pra mim vai, eu sei que tu gostas de ser feita de menininha, eu sei que tu já deu pra outros meninos, tu vai gostar… Eu sou louquinho pra te comer, pra meter em você, pra te ver de pernas abertas levando piroca… Aí Laurinha, dá essa bundinha pra mim vai, tu vai ganhar um cachorrinho, e eu sei que tu daria até de graça.

Ele falava e fungava no meu pescoço, me arrepiando todinha, ele passava a mão no meu corpinho todo. Como eu estava com um shortinho mais curto, ele passava a mão nas minhas coxas, e me segurava pela cintura, acariciava meus cabelos, que estavam soltos. O safado sabia me excitar demais. Ele abriu o short e deixou cair nos pés, ficando de cueca box branca, ele roçava e se esfregava em mim, passava a mão nos meus peitinhos e enfiava a mão dentro do meu shortinho para dedilhar minha bundinha. Eu sentia aquele pauzão, que estava muito duro na minha bundinha. Ele foi afrouxando meu shortinho, até que o tirou e o mesmo caiu sob meus pés. Então eu tomei a iniciativa e tirei minha blusinha regata. Me ajoelhei de frente para ele, tirei a cueca dele e vi aquele mastro, lindo, escurinho, cheio de veias em volta, cabecinha bem vermelha e toda molhadinha. Eu beijei aquela rola olhando para ele, depois abocanhei ela com tudo, ele imediatamente me segurou pelos cabelos, e começou a foder minha boquinha. Eu passava a língua em todo o pau, usava bastante a linguinha, e os lábios, acariciando aquele mastro com minha boca.

-Caralho… Achei que nunca viria esse momento… Tu de joelhos mamando minha piroca… Chupa vai, tu mama gostoso demais Laurinha.

Eu sabia que o que aquele safado realmente queria era me comer, me fazer de menininha, e eu cai certinho na isca dele, agora eu estava ali, de joelhos com a piroca dele na boca. Eu amava picas diferentes das que eu estava acostumado, todas tinham um gostinho diferente, um formato diferente, um cheirinho diferente, era muito gostoso sentir o gosto da rola invadindo minha boca, sentir o tesão do menino que estava vendo eu ali, de joelhos com a rola dele na boquinha. É como dizia a famosa frase: “Ajoelhou tem que rezar”. E era o que eu estava fazendo, ele gemia e segurava meu cabelo com força, fodendo minha boquinha. Tudo o que ele queria era me fazer sua boneca, e eu me sentia uma putinha, pois ele ia fazer o que quisesse comigo e ia me “pagar” depois. Eu ia levar rola até a alma, tomar leitinho e receberia por isso. Meu lado de puta aflorava nesses momentos, eu queria ficar de quatro na cama e rebolar no pau dele. Foi então que ele fez o pedido:

-Aí Laurinha… Que delícia de boquinha… Tu manja de boquete né… É uma putinha boqueteira mesmo. Fica de quatro vai vadia… Eu quero socar meu pauzão na sua bundinha.

Eu fiquei de quatro na cama dele, e ele foi me passando a mão, se encaixando atrás de mim, na minha bundinha, e roçando seu pauzão nas minhas popinhas. Ele elogiou minha marquinha de biquíni, pois nos dias anteriores eu havia vestido um biquíni, passado bronzeador, e tomado sol na beira da piscina. Eu adorando aquilo, fazia movimentos de vai e vem na rola dele, rebolando a bundinha e piscando o cuzinho, pedindo ansiosamente pela rola dele. Ele então colocou uma camisinha no pau, e começou a enfiar aquele mastro na minha bundinha. Foi ficando em cima de mim, e começou a falar no meu ouvidinho:

-Aí putinha, é por isso que os meninos da escola te desejam tanto… Tu é muito gostosa… Até marquinha de biquíni tu tem… Queria te ver usando esse biquíni aqui em casa… Olha que delícia meu pau entrando em ti… Eu sabia que esse momento ia chegar…

Eu sentia ele atolando aquele pauzão em mim, e ele fazia do jeito que eu gostava, dedilhava minhas costas, e me segurava na cintura. Ele então começou a bombar na minha bundinha. Ele era muito safado, queria me comer, e conseguiu isso de uma forma bem suja, me comprando. Eu comecei a gemer fininho, que nem putinha, como sempre costumei fazer, entrei no ritmo das bombadas dele, apesar de um pouco descoordenado estavam quase pegando sincronia.

-Sempre quis te fazer de menina, Laura… Sempre quis ser seu macho. Diz que você vai ser minha putinha de novo vai…

O safado mal tinha começado a me comer a primeira vez e já estava esperando pela próxima. Eu como estava entregue ao tesão eu disse:

-Ain vou sim… Vou ser sua putinha quantas vezes quiser… Me chama de Laura de novo…

-Aí Laurinha. Diz que você vai se vestir de menina pra mim… Fala que vai…

-Ain vou sim… Vou se vestir todinha pra você… Eu quero ser sua menina.

Eu rebolava mais ainda na pica dele, estava entregue ao tesão, de tê-lo me comendo. Ele estava aumentando o ritmo das bombadas na minha bundinha, estava enfiando o pau com vontade em mim, fazendo caricias nas minhas costas, e na minha bundinha.

-Come sua putinha vai… Fala que eu sou a mais gostosa daquela escola fala…

-Ai Laurinha… você é sim a mais gostosa daquela escola… Rebola vai… Eu tô morrendo de tesão…

Eu rebolava com vontade no pauzão dele, pedia para ele me comer, me bater. Estava alucinada pelo tesão, eu sempre costumava dizer que cada pica é única, nunca uma foda é igual a outra.

-Ain gostoso, me bate vai. Vai mete na minha bundinha e me bate, me fode, vai fode, fode, fode caralho, fode, fode minha bucetinha vai, eu quero pica, vai fode e me bate, ain gostoso, aí que pica gostosa, aí que rola deliciosa, fode vai, me bate caralho, me chama de putinha, fode sua loirinha com vontade vai.

Ele me dava tapas na bundinha, via que eu gostava e me dava mais. Ele ia, puxava meus cabelos, dizia que eu era sua putinha, fazia tudo que eu tinha pedido, para me agradar e para garantir que ia ter minha bundinha de novo. Eu já estava toda melada de suor, e com o pau duro, de tanto tesão que havia ficado de estar sendo comida por ele.

-Pede vai Laurinha… Pede que tu vai ser feita de menina por mim pra sempre… Safada do caralho… Vou te comer todo dia se você quiser… Vou te dar meu leitinho pra tu tomar sempre… Caralho tu é muito safada… Empina a bundinha vai…

Ele continuou me fazendo de menina por uns 20 minutos, eu já estava exausta, mas ainda sim com muito tesão, pois não havia gozado ainda. Ele ainda parecia sedento de vontade de me comer, e eu estava resistindo, afinal, aquele era nosso combinado. Ele pediu para mudar de posição nesse meio tempo, eu me apoiei na parede, com as pernas abertas, e ele mandou a ver na minha bundinha. Ele já estava reduzindo o ritmo das bombadas, quando anunciou:

-Caralho putinha… Tu é muito safada… Vem cá chupar vem… Vou gozar… E quero gozar na sua cara… Quero te ver meladinha de porra…

Eu me virei para ele e me ajoelhei em sua frente, ele tirou a camisinha do pau, e eu abocanhei a rola dele. Comecei um boquete frenético, nem amarrei meus cabelos, mas segundo ele isso o deixou com mais tesão, pois ele segurou nos meus cabelos e começou a foder minha boquinha. Eu olhava para ele e via ele gemendo e se contorcendo de prazer, enquanto eu passava a língua no pau dele. O garoto curtia um boquete, porém como eu sempre dizia um boquete bem feito não tinha a quem não agradasse.

-Aí Laurinha. –Ele anunciou. –Esse teu jeitinho meigo, essa tua boquinha de veludo… Esse corpinho gostoso de menina… Vou gozar, caralho Laurinha vou gozar, vou gozar Laurinha… Por sua causa vou gozar, vou encher teu rostinho de porra…

Ele arrancou o pau da minha boca, eu pus a língua para fora e ele gozou, gozou muito no meu rostinho. O primeiro jato veio que eu até me assustei, bem no meu nariz. Os seguintes vieram e caíram nas minhas bochechas, na testa, na minha boquinha, e até nos meus peitinhos. O leitinho dele jorrou com vontade, contei 7 jatos de porra, os jatos deles eram constantes e bem volumosos, eram dos mais gostosos de se receber na hora de um banho de porra.

-Toma putinha, leva leitada na cara aí. Eu sei que tu gostas, olha o tanto que eu gozei por sua causa… Tu tá branquinha da minha porra…

Ele falava isso e passava a pica gozada dele nas minhas bochechas, melecando ainda mais meu rostinho, eu fiquei morrendo de tesão com aquela cena, eu de joelhos na frente dele com o rostinho todo gozado, e ele com a rola na mão, batendo com ela já molenga na minha cara. Eu estava toda meladinha de porra, porém ainda não havia gozado, ele então diz:

-Deita ali na cama, vou te fazer gozar.

Eu me deitei com as pernas abertas, meu pau duro apontava para cima, ele veio e meteu a boca nele, chupando minha pica. Como eu estava com muito tesão, não aguentei nem dois minutos, gozei, gozei muito, e incrivelmente ele tomou meu leitinho, pois gozei tudo na boca dele.

Fomos no banheiro nos limparmos, lavei meu rostinho, e amarrei meu cabelo em um longo rabo de cavalo, continuei nu, pois eram apenas 15h, mal era metade da tarde ainda. Nos deitamos na cama dele, ambos nus, e ficamos conversando, eu deitadinho no peito dele, e ele alisando meu corpo com suas mãos. Eu passava a mão no pau dele, e dava apertos nela. Eu sentia o pau pulsando na minha mão. Estava louco para meter ela na boca de novo.

-Que marquinha gostosa a sua Laurinha… Me deixa com um tesão essa marquinha de biquíni. Tu deverias trazer ele junto pra eu ver tu vestidinha com ele.

Ele disse isso e ficou me alisando, seu pau ficou duro em minha mão, e eu não resisti, me ajoelhei de novo e comecei um boquete nele. Ele me segurou pelo rabo de cavalo com as duas mãos e começou a foder minha boquinha de novo.

-Caralho Laurinha… Tu grudou nesse pau e agora não quer mais largar né… Safada…

Eu amava fazer boquete, isso era fato, lamber um pau, chupar ele, subir e descer era muito gostoso. O boy se contorcia de tesão comigo mamando no pau dele.

-Aí Laurinha que delícia… Onde tu aprendeu a chupar tão gostoso assim? Dizem que loirinhas como você já nascem sabendo mamar…

Eu continuei o boquete dele por mais uns 5 minutos, era apenas nossa primeira transa, e nós já estávamos sentindo uma paixão um pelo outro. Até que ele eu senti ele aumentando o ritmo das bombadas na minha boca, senti o pau dele latejando e ele anunciou:

-Caralho Laurinha… Tu vai me fazer gozar de novo… Tu é muito safada Laurinha… Vou te dar leitinho pra tomar e não vai ser pouco… Toma sua gostosa… Toma… Tu gostou do meu pau né… Adoro menina que curte levar rola assim…

Enquanto ele dizia isso, ele esporrou tudo na minha boquinha, sentia os jatos na minha língua, foram mais 7 jatos na minha boquinha, porém dessa vez não deixei escorrer nada, parou tudo na minha boquinha. Ele disse:

-Isso Laurinha… Agora abre a boquinha pra eu ver ela… Que delícia, agora toma tudinho olhando pra mim.

E eu engoli tudo, todo o leitinho, e ainda limpei a pica dele, pra não desperdiçar nada. Terminei o boquete, e nós fomos nos vestir, antes de eu ir, ele me elogiou:

-Safada, por isso que os meninos lá da escola que já te comeram me falaram tão bem de ti, tu dá a bundinha com mais vontade que as meninas de lá, tu rebola de verdade, chupa a pica sedenta, leva leitada na cara e engole o leitinho, e ainda se veste de menina. Tu nem parece um menino, nas próximas eu quero te ver vestidinha com roupinhas de menina…

-Pode deixar, eu vou me vestir de menina pra ti…

Ele então, conforme o combinado ele me deu um filhote de labrador, eu fui embora feliz com o presente, e por ele ter me comido daquela forma, porém, na semana seguinte, ele já estava morrendo de tesão de novo, e eu acabei retornando a casa dele.